“A SAGA no SERTÃO DA FARINHA PODRE”

Calçados de botinas e vestidos com roupas coloridas, Eles e Elas chegam na Praça assim que o sol se despede do dia. A Praça de acontecimentos históricos do Município e do Povo de Uberlândia, a maior cidade do Oeste das Minas Gerais.

Aos poucos, os transeuntes vão ocupando a Praça Clarimundo Carneiro para assistir A SAGA NO SERTÃO DA FARINHA PODRE do Grupo de Teatro COLETIVO TEATRO DA MARGEM.

Uberlândia que já foi o SERTÃO DA FARINHA PODRE é hoje cidade de muitas histórias e memórias relembradas e questionadas na Saga, agora trabalha para cumprir a diretriz de CIDADE EDUCADORA.

Aos poucos o Público vai interagindo com o Grupo e com a Saga por Ele contada.

As roupas dos membros do Grupo trazem mensagens.

Segundo a Sinopse da apresentação do Grupo e da Peça, “após a expulsão dos artistas que passavam em caravana pelo Sertão da Farinha Podre com a apresentação do espetáculo Antígona de Sófocles, um estouro de boiada guiado por um profeta desenterra os momentos inscritos no tempo e no solo seco do Sertão da Farinha Podre. Mas cada tentativa de ressuscitar ou reencarnas seus mortos é abafada pela figura útopica que representava a cidade ideal. A “Saga no Sertão da Farinha Podre” é a primeira incursão do Coletivo Teatro da Margem pelo teatro de rua e propõe uma descostura de nossa realidade local, nacional e universal que pertence aos instantes e à memória da poesia e na arte, viva ou morta, sobreposta pelo concreto das cidades”.

Enfim, com este figurino bem elaborado e performances que surpreendem aos expectadores, o Espetáculo de Rua das Moças e Rapazes do Coletivo Teatro da Margem é  bacana para se ver e refletir sobre as temáticas apresentadas.

                                                                                                                                     Parabéns.

    Confira abaixo mais imagens.

             A “moça que foi feita para casar” agora a noiva engaiolada à procura de marido.

Enquanto isso toca o bumbo e faz lembrar no Sertão da Farinha Podre que ali também existiu a “Terezinha e os Cavaleiros de Chapéu na mão.”

Inconformado com a ocupação da Praça, o dono da Cidade se põe a atirar para afirmar seu poder.

Ao final, os componentes do Grupo passam o chapéu recolhendo dos presentes o dinheiro que cada se dispõe a pagar.

 

 Texto e fotografias: Terezinha Souto (todos direitos reservados©).

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