CERRADO: SOLO ÉS MÃE

O bercário do Cariocar brasiliense.

 Aqui Onde Eu Moro por Terezinha Souto*

 O Cerrado brasileiro é um bioma apaixonante. Nele não há monotonia. Por aqui se vê Campos rupestres, Campos limpos, Cerradão, Veredas, encostas, morros, serras, cavernas, cores, solos arenoso, argilo-arenosos, argiloso, siltosos, centenas de fontes d´água e até mesmo o deserto. Uma arrumação perfeita, que só a natureza sabe fazer e gerenciar.

O extrativismo no Cerrado poderia ter outra face se o conhecimento estivesse ao alcançe de Marias, Leopoldos, Geraldas, Josés, Antônios, Joãos, Arlindos, Anas, e se a boa-fé fosse um exercício diário e constante entre as pessoas, principalmente as pessoas públicCarregando foto                           Carregando foto

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 O Cerrado, solo reconhecido como sagrado, vai desaparecendo silenciosamente, de forma lenta e gradativa, sem que as Pessoas dêem conta deste empobrecimento coletivo. Uma “cegueira coletiva” nas sábias palavras do escritor português José Saramago.

Cerrado: atividade extrativista.

A beleza das flores do Pequizeiro chamou minha atenção por ocasião do nosso Projeto Gráfico Encantos e Desencantos: o pulsar da vida o Cerrado. À época, propuzemos à Indústria Gráfica, a adoção da ecologia das plantas do Cerrado como temática estampada nas capas dos cadernos escolares ao invés de Xuxas, Angélicas e outros recursos multimídias para vendê-los. De lá para cá assistimos a Tilibra e outras empresas inserindo a questão ambiental nas suas capas, sem necessariamente reportar-se ao Cerrado.

          

O Pequi é uma espécie arbórea de valor ecológico inestimável. Sua fitofisionomia é tortuosa, casca grossa, folhas felpudas, flor lijeiramente amarelada, fruto de casca verde, poupa alaranjada, castanha branca. Sua ocorrência, importância cultural e socioambiental no bioma Cerrado é inquestionavemente significativa.

      

Seus maiores inimigos são o homem e a omissão.

Nas minhas andanças pela periferia neo-urbana da cidade de Uberlândia, Eu fotografava flores de Pequizeiro. Quando Eu via alguém na Praça Tubal Vilela daquela cidade vendendo Pequi grande, de cor laranja, muita poupa, logo desconfiava que era do Norte de Minas. E, só para confirmar o que já sabia, perguntava, e o vendedor ia longo dizendo, “É de Montes Claros”.

    

O Pequi parece ser o Rei do Cerrado entremeando com o semi-árido Norte-Mineiro.

Montes Claros, também conhecida como a Princezinha do Norte, se notabilizou pela Festa Nacional do Pequi. E, sempre que Eu ia a essa Cidade, procurava fotografar o comércio do Pequi e cultivava o sonho de fotografar os Catadores de Pequi nas suas jornadas ao campo para colher este precioso filho do Cerrado.

 2012-2013 reservei um tempinho para conhecer um pouco mais sobre este Fruto e vi a Cidade de Montes Claros enfeitando casarões do século 18 com luzes para o natal e, especialmente para o Festival Nacional do Pequi. Na Praça da Matriz, muitas barraquinhas, a maioria para a venda de bebidas alcoólicas. Mas, onde estava o Pequi, o Rei do Festival?

Procurei por todos os lugares e não vi Pequi nem para servir como remédio. No Festival Nacional do Pequi de 2012 não havia “nenhumzinho” para justificar o nome. Só mesmo no site da Prefeitura de Montes Claros é que apareceu umas fotos de pratos típicos, que deve ter custado “os olhos da cara” devido à dificuldade de encontrar o Rei do Festival.

(http://www.montesclaros.mg.gov.br/agencia_noticias/2012/dez-12/not_03_12_12_3755.php).

Mas logo arrumei um jeito de compensar a frustação: por conta própria me tornei a “fotógrafa do Festival” por dois dias. Também no Festival Nacional do Pequi participei do concurso de fotografia com o trabalho Solo és Mãe.

Transitei pelo casarão de 1883 onde acontecia exposição de telas. Depois, entre os Músicos da Polícia Militar e da Vesperata de Diamantina realizada na estreita rua de acesso aos casarões da antiga Faculdade de Filosofia e da Secretaria de Cultura de Montes Claros. Os presentes pareciam se deliciar com a música e as luzes.

Por fim, subi no palco onde o artista Pereira da Viola encantou ao público dedilhando sua viola de 1999 feita pelo luthier Vergílio Artur de Lima.

  

O Pequi, conhecido no meio acadêmico por cariocar brasilienese, encantou Peter Lund naturalista dinamarquez que morreu e foi enterrado no Brasil à sombra de um Pequizeiro na Cidade Mineira de Lagoa Santa.

O cariocar brasiliense é tudo de bom. Rico em vitamina A, traz benefícios para a pele, cabelos, tecidos de modo geral e para a economia de dezenas de Famílias Catadoras no Cerrado.

Comer Pequi pela primeira vez é uma aventura que requer obediência ao conselho dos mais experientes. Ele contém espinhos ponteagudos que podem espetar a boca causando um sofrimento considerável.

Enfim, deixei o Festival no seu segundo dia e fui saber o que algumas pessoas, que lidam diretamente com o magestoso fruto, pensavam.

Gilberto Alves vendedor, diz que a Festa do Pequi na Cidade de Montes Claros “é a coisa mais injusta que tem. Montes Claros não produz Pequi, só recebe e vende.”

As fotografias de 10 anos atrás mostram que o comércio do Pequi já não é o mesmo. Montes Claros era incrivelmente colorida de verde e laranja devido à presença massiva desse fruto na economia urbana.

Ratim feirante no mercado muncipal de Montes Claros há 33 anos afirma que “dá prá ganhar um dinheiro com o Pequi. A minha renda aumenta três vezes mais. O Pequi que não é vendido na safra é congelado para ser vendido durante o ano.O Pequi é uma renda melhor que qualquer outra fruta que a gente trabalha.”

Comércio de Pequi nas ruas e Mercado Municipal de Montes Claros.

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Gilberto Barbosa compra Pequi na cidade de Lontra para comercializar no mercado de Montes Claros. “Eu exporto Pequi para Goiania e Belo Horizonte. A gente ganha dinheiro mesmo é no meio da safra. Segundo Ele, “muitas famílias migram para o mato, montam barracas na beira da estrada para vender o Pequi. Eu compro dessas famílias e revendo.Tenho caminhão próprio e não pago frete. Em cada caminhão são 600 caixas, com preço médio anual de 10,00 a caixa. Tem semana que está a 3,00 reais a caixa. Uma caixa pesa em média 20 k.Todos ganham, do catador ao vendedor na banca do mercado.”

Perguntei ao Gilberto Barbosa sobre quem cuidava do Pequizal. Surpreso, Ele me disse que “Quem, quem cuida do Pequizeiro é a natureza.”

Para Matheus aluno da faculdade de Direito da Unimontes e feirante, “o Pequi é o mestre da feira no periodo de safra. Sabendo trabalhar dá prá ganhar muito dinheiro. Vendendo bem vendido. Todo dia ficar agarrado, comprando por um preço melhor e vendendo mais caro”.

Graciele consumidora me disse que para Ela “é umCarregando foto prazer comer Pequi. A pele da gente fica melhor.”Weslei Souza Melo vende Pequi nas ruas e no mercado de Montes Claros desde os 7 anos de idade. “Já comprei um carro, uma moto só vendendo Pequi. Carregando foto

Perguntei a ele, o que tem feito para conservar os Pequizeiros, e ele disse: “Você me apertou sem abraçar. Não tenho como responder, pois não faço nada. Como vou fazer alguma coisa se o povo do meio ambiente que trabalha com isso não estão fazendo nada, o que Eu vou fazer?

Escrever sobre o Pequi não é tarefa fácil diante da especificidade da espécie, os processos sócioeconômicos envolvidos, a quantidade de região onde ocorre, sua importância alimentar e nutricional, a qualidade da gestão das políticas públicas relacionadas ao extrativismo e a proteção e promoção das famílias catadoras.

A maioria das pessoas que entrevistei disseram que o melhor Pequi é o de Japonvar. Peguei a estrada e fui conferir.

É possível avistar o Pequizeiro às margens da rodovia, nos quintais das casas, assim como homens, mulheres e crianças oferecendo seus frutos aos viajantes. Segundo os Entrevistados, as principais fontes de renda da população no Município de Japonvar são a Prefeitura e os Pequizeiros.

             

  

Dezenas de famílias como a do Senhor José Domingos pai de 4 filhos, saem de casa por volta das duas horas da manhã ou ficam acampadas no campo para catar os frutos bem cedinho. Segundo Senhor J. Domingos “uma das dificuldades é o transporte do fruto do campo para os locais de venda. Quem não tem um carrinho de mão, uma carroça ou até mesmo a bicicleta usa o próprio corpo para carregar o Pequi ensacado ou em caixas.”

“Na região de Japonvar, o gado fica debaixo dos árvores esperando cair o Pequi” diz Altamiro, que afirma vender o “Pequi desde quando eu me entendo por gente. Isto os 15 anos. Se empatar só com isso, dá prá ganhar uns 20 mil reais.”

Também na estrada é possível ver florestas de eucalipto ocupando silenciosamente os espaços dantes de Pequizais e de outras espécies nativas do Cerrado, segundo maior bioma brasileiro, cuja biodiversidade sequer é conhecida.

Wellington uma criança de seis anos de idade me disse que gosta de vender Pequi porque ganha dinheiro: “Minha sandália, Eu comprei com dinheiro do Pequi. Compro roupa, doce, besteiras” afirma o garotinho filho de Hélio pedreiro, segundo o qual, “vender Pequi é melhor que ser pedreiro por aqui. Fico dois meses vendendo o Pequi até prá estrangeiros.”

José Carlos Dias 61 anos de idade, motorista, diz que não consegue emprego porque não ter curso de muqueiro. “A gente não consegue emprego. Antes Eu era contratado da Prefeitura e sái de lá com a mão na frente, outra atrás. Prá ficar perto da família a gente faz qualquer coisa. Muita gente aqui tem profissão, mas não tem trabalho e o Pequi é uma fonte de renda muito importante.”

Leopoldino 56 anos de idade, casado, avô, compra o Pequi dos Catadores no campo e revende há 30 anos. Segundo Ele, “trabalhar com o Pequi é bom demais. Aqui em Japonvar quando acaba o Pequi, agente caça jeito de outras coisas. Olha um gadim, planta no brejin. Minha família foi criada com o Pequi. Tudo quanto é menino por aqui em Japonvar tem dinheiro, porque pega e vende o Pequi no asfalto.”

Mendes 63 anos de idade disse que lida com o Pequi desde que nasceu. Segundo Ele, “antes de vender o fruto, a gente tirava o óleo. Tirar o óleo dá trabalho demais. É mais fácil vender.

Lorivaldo baiano de Caitité viaja para Japonvar 3 vezes por semana na safra do Pequi. Uma viagem de sete horas e 500 km de estrada. “Eu compro o Pequi para vender para barraqueiros na minha cidade. “Vendo a 20 reais a caixa.” Os colegas de Lorivaldo riem e perguntam a Ele? 20 reais? Quantas vezes? E riem!

Arlinda 58 anos de idade à sombra de um Pequizeiro também não se cansa de falar do Pequi: “é uma renda boa. Todo mundo tem dinheiro na época do Pequi. Até as crianças. É bom para o comércio. O nosso problema é que tem muita gente que não tem responsabilidade, pois põe fogo no tabueiro, no cerrado. Quando tem queimada, os Pequizeiros que resistem ficam dois anos sem produzir. Morrem muitas árvores por causa do fogo. A polícia não dá conta de olhar. Até bituca de cigarro põe fogo no cerrado. Quem cria gado solto põe fogo para sair o capim. Esse ano o Pequi foi muito pouco por falta de chuva e fogo. Mais foi a chuva. O Pequi ficou mais caro e mais difícil prá gente comprar e vender.”

Para José Maria Alves de Almeida o Pequié um alimento muito bom para temperar a comida. É bom para curar ferimento na pele. Basta colocar um pingo de oléo de Pequi. É bom para curar bicheira, seca as verrugas das galinhas. Cura a bronquite, é só tomar uma colher de chá de óleo no café três vezes ao dia até melhorar. O Pequi auxilia na cura do câncer, combate a mosca do gado, basta colocar o óleo na cabeça e na ança do animal. Em 2012, Pequizal frutificou em junho, julho e agosto de 2012, pequenos, temporão. Recomeçou em meados de dezembro diferente dos anos anteriores que era em novembro. O corte de árvores afetou a produção. Os fazendeiros queimam as árvores para plantar capim.”

Renato de Jesus 21 anos de idade e revendedor há 5 anos diz que compra o fruto do intermediário, que por sua vez compra diretamente do fazendeiro. “Pequi bom Cê tem que comprar na fazenda. Quem quer Pequi fora do esquema encontra nas estradas o Pequi pequeno.”

Sempre me interessei pelas notícias do Pequi ainda quando morava na Cidade de Uberlândia e soube da criação da Cooperativa de Catadores com o apoio da Assembléia Legislativa do Estado.

Acreditei que a criação da Cooperativa resultaria na promoção socio-econômica das Famílias Catadoras, assegurando-lhe condições digna, proteção dos Pequizais e a regulação do comércio deste importante alimento. No entanto, a Instituição criada em Japonvar abrange fazendeiros e catadores no mesmo balaio, como se todos tivessem e defendessem os mesmos interesses.

A Cooperativa dos Produtores Rurais e Catadores de Pequi de Japonvar criada no ano de 1998 me pareceu ser uma “caixa de pandora”. Leide Daiane Alves filha de catador é a atual Presidenta da Cooperativa de 186 cooperados endividados. Segundo Ela, o antigo Presidente José Antônio dizia aos Cooperados, que a entidade era isenta de tributos. No entanto, a Cooperativa enfrenta na Justiça uma ação de execução de ICMS, disse Ela.

Segundo Leide Daiane, a Justiça Estadual bloqueou o saldo bancário de 124 mil reais que a Cooperativa tinha em caixa, impedindo o pagamento aos Catadores, e que muitos deles passam fome.

As despesas com água, luz, telefone e Secretária da Cooperativa eram custeadas pela Prefeitura de Japonvar, que deixou de apoiar a Entidade, que foi forçada a baixar as portas por má gestão e falta de apoio institucional.

Segundo a Presidenta, os Catadores de Pequi entregavam os frutos para a Cooperativa, que usava a mão-de-obra dos próprios catadores para processar o Pequi, sem qualquer vínculo formal de trabalho e proteção previdenciária.

Entrevistei a Presidenta da Cooperativa à sombra de um Pequizeiro na porta de sua casa. Simpática e otimista, Leide Daiane cultiva a esperança de a Entidade voltar às atividades. Sua esperança é fruto da promessa do Governador de Minas que, em visita recente à Cidade de Japonvar, teria se comprometido a resolver o problema da dívida tributária acumulada na gestão anterior.

Algumas pessoas, que pediram para não ter o nome revelado, disseram que o ex-presidente da Cooperativa ficou rico e que a Entidade “só existe no nome e nas dívidas.”

Poupa, licor, farinha, paçoca de pequi com carne de sol, óleo, castanha, doce são alguns dos alimentos originários do Pequi, que eram processados e comercializados pela Cooperativa.

Pequi é cercado por muitas histórias, sonhos de realizações materiais. Alguns proprietários arrendam a terra para a colheita do Pequi, que só pode ocorrer depois de o fruto cair no chão. Alguns dos Entrevistados queixaram que os fazendeiros cortam os Pequizais para aumentar a área de pastagem ou plantação de eucalipto e que não há fiscalização efetiva por parte das Autoridades.

As cascas do Pequi são dispersadas nos locais onde o fruto é comercializado. Na cidade, elas são destinadas aos lixões, sem receber a atenção de pesquisadores e do Estado para expressivo desperdício e perda econômica, já que, segundo um Entrevistado, sua casca pode ser utilizada na produção de graxa, alimento para o gado e adubação da terra, e que a falta de transporte e incentivo impossibilita tais destinações.Carregando foto

O óleo extraído do Pequi por Dona Ana catadora de Japonvar é objeto de pesquisa da UFMG. No entanto, o resultado ainda não está sob o domínio público.

A história oral a cerca do Pequi me fez lembrar da história das Catadoras do Côco Babaçu do Estado do Maranhão. Observei que, tanto lá como cá, a problemática parece residir apenas na diferença das espécies, já que ambas são fontes de renda essenciais para as famílias extrativistas e de segurança alimentar e nutricional.

Além disso, os problemas enfrentados pelos Catadores das duas espécies são basicamente os mesmos: a ocorrência do fogo que dizima as florestas, o desflorestamento para a instalação da agropecuária e do eucalipto, a não proteção das florestas nativas, a omissão dos Órgãos de Fiscalização, o atravessador, a falta de estrutura física e sanitária adequada para o processamento do fruto, a distância do consumidor, o custo do transporte e a falta de política de Estado clara o suficiente para tratar a questão da propriedade e sua função social de modo a proteger, com eficácia, a existência e a manutenção dessas espécies em escala de bosques e florestas capazes de garantir a atividade extrativista.

Enfim, o meu texto e minhas fotografias não têm pretensão alguma de esgotar esta temática tão vasta e complexa, na medida em que faltam os recursos materiais necessários para ampliar a pesquisa e a discussão da mesma. Mesmo assim, ambos texto e fotografia alimentam o meu sonho de adolecente de Jornalista e Fotógrafa agora sob um olhar ambiental que prima por uma idéia do direito.

O Cooperativismo no Brasil é uma matéria de interesse público. Logo, parece lógico afirmar que as questões tratadas pelos Catadores de Pequi na Cidade de Japonvar em torno da Cooperativa deveriam ser objeto de apuração pelo Ministério Público Estadual ou Federal à considerar a origem da verba orçamentária investida.

Finalmente, poder-se-ia afirmar que as duas espécies e a problemática humana envolvidas são temas pertinentes à Conferência da FAO – “NUTRE LOS BOSQUES PARA EL FUTURO” que abordará a importância das Florestas e das Árvores para a Alimentação e a Nutrição Humana em Países em Desenvolvimento de 13 a 15 de maio deste ano.

Palavras-chave: Cerrado, solo sagrado, José Saramago, extrativismo, boa-fé, conhecimento, indústria gráfica, encantos e desencantos, Pequi, Cariocar brasiliense, omissão, festa nacional do pequi, Vesperata Diamantina, Peter Lund, Lagoa Santa, Natureza, catadores, extrativismo, mercado municipal, segurança alimentar e nutricional, Japonvar, florestas, Caitité, Governo de Minas, Ministério Público, isenção, desperdício, incentivo, catadoras côco babaçu, FAO, cascas, bosques, rodovia, criança, famílias, óleo, conferência, segurança alimentar e nutricional, bioma, Uberlândia, fotografia, Montes Claros, Festival Nacional do Pequi, Pereira da Viola, luthier, Vergílio Artur de Lima. Peter Lund, vitamina, história oral, indústria gráfica, xuxa, vesperata de Diamantina, Lagoa Santa, Tilibra

* Terezinha Souto advogada com posgraduação em ecologia e meio ambiente pela Universidade Federal de Uberlândia.

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