Um morador empreendedor, sua caza de mercado e a feirinha pública

Alexandre José Souto homem simples, exigente, trabalhador, bom patrão. Ele não deixava nenhuma pessoa passar necessidade. É assim que as pessoas se referem a esse antigo morador de Caçarema, Distrito do Município de Capitão Enéas aqui no Norte das Minas Gerais – Brasil.

Esse homem simples e rude já falecido garantiu Água gratuitamente para as pessoas em Caçarema por muito tempo, enquando o Poder Público era usado para satisfazer aos interesses de particulares.

Alexandre José Souto foi um homem progressista e atualí­ssimo para o seu tempo. Um legí­timo empreendedor. Ainda no século XX Ele montou a Caza do Mercado de Caçarema por conta própria. Uma inovação para época.

Alexandre José Souto é o homem no centro da fotografia acima feita em frente à sua Caza do Mercado inaugurada com festa e fartura. Ela movimentava a economia. Pequenos produtores comercializavam seus produtos em dezenas de bancas.

Hoje em pleno século XXI, a feira patrocinada pela administração “Cidade Viva” de Reinaldo Teixeira é um faz-de-conta. Não há calendário a ser seguido e nem cumprido.  É um marca, desmarca que inviabiliza a participação do  pequeno agricultor. Não há incentivos para a obtenção regular de renda digna.

Não há seriedade e nem obediência aos Princípios Constitucionais que regem a Administração Pública. A prova disso foi a “feira” ocorrida no domingo dia 26 de julho Aqui Onde Eu Moro.

Nesse dia 26 de julho havia apenas uma banca de frutas não colhidas no Município, duas bancas de carne e outras duas vendendo alimentos somente.

Ficou evidente que a administração “Cidade Viva” disponibilizou a estrutura da “feira” para atender à agenda política do candidato da situação às eleições municipais 2012.

Na fotografia abaixo vê-se o carro da guarda municipal e os carros dos candidatos do partido do prefeito à sua sucessão.

Um crime eleitoral escancarado. O que deveria ser uma feira se tornou um  showmiço.

 Um cantor animava a agenda dos candidatos da situação e seus correligionários , e anunciava seus nomes em alto e bom som. Parecia coisa de coronelismo, época em que os mais humildes eram obrigados suportar as ilegalidades daquela turma. Confira:

As fotografias abaixo mostram a “feira” na Praça Nossa Senhora da Conceição na feira-miço.

As ser questionado  e fotografado o cantor do showmiço recolheu suas coisas e foi saindo de fininho, pois sabia que acabara de cometer uma ilegalidade.

Uma simples comparação entre as imagens das duas feiras não deixa dúvida. Na feira anterior havia cacho de banana, aves, verduras, legumes e outras coisas à venda. Confira:

    

          

A Legalidade é um dos esteios da boa administração pública. A concessão de privilégios é crime. Denuncie.
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Aqui Onde Eu Moro

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