DORINHA. JAMAIS TE ESQUECEREI!

      Dorinha,

      Se Você estivesse viva dia 28 de maio deste ano Você completaria 49 anos de idade.

      Tia Dorinha, pessoa meiga, amiga, companheira, lutadora, guerreira, que não media esforço para alcançar seus objetivos. Quantas aventuras, decepções, lutas, alegrias e tristezas vivemos juntas!

       Diz o velho e conhecido ditado, que “o que é bom dura pouco”. Foi numa manhã ensolarada, que imaginava seria um dia muito importante, pois Eu havia planejado várias coisas até mesmo ir até sua casa em Capitão Enéas para juntas comemorarmos meu aniversário de 21 anos de idade, que exatamente às 8:00 horas da manhã daquele 06 de setembro de 1989 recebi o presente mais triste e amargo que uma pessoa pode receber: Você havia morrido de maneira estúpida, na calada da noite sem tempo para se despedir.

      Hoje volto ao passado e de lá trago lembranças de como era bom o tempo que Você viveu junto a Nós. Já se passaram 22 anos de sua partida, que nos deixou uma imensa dor e saudades.

      Passado tanto tempo restam-me lindas lembranças e uma música que jamais me permitirá esquecê-la: Te amo Espanhola. Com ela Eu sempre volto ao passado e digo eterna Tia, Amiga e Irmã de Coração: Dorinha!

      Hoje 11 de fevereiro de 2012 tive uma vontade imensa de escrever sobre essa tristeza e essa saudade que trago comigo, para que outras pessoas leiam, reflitam e valorizem todos os momentos junto àquelas Pessoas que amam. Com Carinho,

       Dulce de Caçarema.

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2 respostas para DORINHA. JAMAIS TE ESQUECEREI!

  1. Umberto Costa disse:

    O tempo não passa para as pessoas da foto e, se Dorinha estivesse aqui conosco, seria este mesmo semblante sorridente.
    Entre tantos adjetivos usados por Dulce para qualificá-la, acrescento mais um: UMA PESSOA DETERMINADA.
    Certa vez fomos passar um domingo em Pirapora na beira do rio. Eu, Alice, Ela e João. Domingão legal, sol, cerveja, praia e cachoeira. Por julgar a mais responsável, entreguei as chaves do carro pra ela, que a colocou no bolso da bermuda. Quando resolveu entrar na água,só até a ciintura, ficou ali brincando e, num descuido, a referida chave foi se somar aos inúmeros objetos que repousam no fundo do rio, sem que ela desse conta. Na hora de ir embora, cadê as chaves Dorinha? Bate nos bolsos, chacoalha roupa, toalha, abre bolsa e nada.
    – É, eu acho que caiu no rio.
    Depois de vários e inúteis mergulhos, olhei prá ela e disse:
    – e agora Dora?
    – um chaveiro, uai.
    – hoje, Dora, em pleno domingo.
    – hum, hum. Respondeu a danadinha.
    E lá fomos ao dito cujo.Chegando lá, FECHADO.
    – e agora Dora?
    – ora, chaveiro todo mundo conhece, vamos procurá-lo.
    Depois de muita pergunta achamos o cara na loja de roupas de banho de sua espos, bem em frente o ponto em que estava estacionado o carro. Graças a Deus deu tudo certo.
    Mas, uma coisa eu garanto, se Dora soubesse nadar, ela tinha achado as chaves no fundo do rio.
    Saudades, Dorinha.

    Umberto Costa.

  2. Umberto,
    não conheci Dorinha assim como Dulce e Você. Mesmo assim, acredito que Ela foi tudo isso e mais ainda do que Vocês disseram.
    Estou gostando desta idéia: a de homenagear as pessoas que moraram aqui. E assim vamos resgatando as lembranças e fazendo jus às pessoas que já se foram, mantendo vivas nossas lembranças e emoções. Caso queria homenagear alguém que morou aqui e já partiur, escreva e nos envei o texto para publicação. Se houver fotografias, melhor ainda.
    Abs. Terezinha Souto.

Aqui Onde Eu Moro

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